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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Um pouco sobre a Economia Solidária...

"Economia Solidária surge como um modo de produção e distribuição alternativo ao capitalismo, criado e recriado periodicamente pelos que se encontram (ou temem ficar)
marginalizados do mercado de trabalho." (Paul Singer)

A proposta da Economia Solidária não surge da formulação teórica de intelectuais da Universidade, mas da experiência prática de trabalhadores que ao longo da história, em diversos países, vêm procurando alternativas frente à desigualdade e à marginalização produzidas pela competição e relações de subordinação características do capitalismo.

São princípios dos empreendimentos da Economia Solidária:

· Posse coletiva de meios de produção e distribuição;
· Gestão democrática;
· Repartição do excedente anual (sobras);
· Capital (cota-parte) não é remunerado.

Ao longo do desenvolvimento da Economia Solidária, encontram-se experiências de:

- trabalhadores organizados como produtores associados que se reintegram à divisão social do trabalho, podendo competir com empresas capitalistas;

- pequenos produtores do campo e da cidade que se associam para comprar e vender em conjunto, eliminando intermediários;

- assalariados que se associam para adquirir em conjunto bens e serviços de consumo, visando ganho de escala;

- pequenos produtores e assalariados se associam para reunir suas poupanças em fundos rotativos que lhes permite obter empréstimos a juros
baixos;

No Brasil, a partir da década de 80, a Economia Solidária ressurgiu com a reação de movimentos sociais frente à crise de desemprego em massa, intensificada nos anos 90, com a abertura do mercado às importações. Desde a década de 90, a Economia Solidária é tema de debates, pesquisas acadêmicas, políticas públicas e, principalmente, tem sido experimentada por um número cada vez maior de trabalhadores, desempregados e populações marginalizadas.

Apesar de ainda não ser visível para a sociedade como um todo, esse movimento que é político, forma um setor da economia articulado pelos princípios que o regem, mais do que pelo tipo de atividade econômica que é tão diversa quanto das empresas capitalistas. A aposta daqueles que acreditam na Economia Solidária é que os diversos empreendimentos que dela participam se inter-relacionem, criando assim um setor econômico que gera renda para cada vez mais trabalhadores.

Atuam do movimento de Economia Solidária no Brasil hoje:

- Cooperativas industriais;
- Empreendimentos populares;
- Movimentos sociais;
- Sindicatos;
- Fóruns Municipais, Estaduais e Fórum Brasileiro de Economia Solidária,
- Políticas públicas de fomento à Economia Solidária;
- Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES).

Existem hoje centenas cooperativas industriais do setor metalúrgico, de mineração, de confecção, de produção de máquinas, de produção de artefatos de couro, agrícolas, entre outras. Essas cooperativas foram em geral formadas através de processo falimentar das empresas originais em que trabalhadores, com apoio de assessores sindicais, conseguem se apossar da massa falida da empresas formando cooperativas, ¿salvando¿ postos de trabalho. Essas cooperativas estão organizadas em associações, principalmente a ANTEAG (Associação Nacional de Trabalhadores de Empresas Autogestionárias e de Participação Acionária) e a UNISOL BRASIL (União e Solidariedade das Cooperativas Empreendimentos de Economia Social do Brasil).

Os empreendimentos populares são assim chamados por serem constituídos por pessoas das camadas mais pobres, em geral sem capital, por iniciativa própria da comunidade ou pela participação em programas de políticas públicas." (http://www.itcp.usp.br/?q=node/12)

publicado por DesafiarTe às 19:39

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3 comentários:
De Kruzes Kanhoto a 16 de Janeiro de 2008 às 19:54
Se calhar num mundo perfeito a coisa até funciona...mas como o mundo não é perfeito e o homem também não....


De DesafiarTe a 17 de Janeiro de 2008 às 19:38
Cabe a nós semear sementes de esperança... para deixarmos um mundo um bocadinho melhor do que o encontramos! É uma utopia realizável!


De jardineira aprendiz a 18 de Janeiro de 2008 às 23:11
"Imagine"...

O que seríamos nós sem as utopias?

Continua a postar textos interessantes moça!

Bjinhos e bom fim de semana.


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