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Sábado, 31 de Janeiro de 2009

Fórum Social: Jovens de todas as partes do mundo encontram-se em Belém do Pará para defenderem «um outro mundo possível»

Milhares de pessoas encontram-se no Fórum Social Mundial, em Belém, no Estado do Pará, para discutirem a proposta de «um outro mundo possível» a levar em consideração o estilo de vida, a crença, religião, ideologia, língua e nacionalidade.

Jovens e movimentos sociais de todos os cantos do mundo vão à Amazónia para dar voz a seus anseios na defesa de direitos e na cobrança das autoridades por políticas afirmativas e de inclusão.
Ambientalistas, negros, mulheres, indígenas, sindicalistas e tantas outras tribos culturais e de todas as idades compartilham experiências e se aproximam num contexto de convivência harmônica e reciprocidade. Enquanto Arno Bongo reivindicava os direitos das comunidades que residem próximo à rodovia BR-163, conhecida como Transamazónica, que liga os municípios de Santarém, no Pará, à Cuiabá, no Mato Grosso (1.700 km), e a necessidade de preservar o meio ambiente, jovens da Aldeia da Paz, comunidade alternativa no Fórum, defendem a permacultura. Luciano Almeida, de Belo Horizonte, Minas Gerais, que estava vestido de planeta Terra no dia da Marcha da Abertura do Fórum, disse à Lusa que a realização do evento na Amazónia ocorre num contexto "bem sugestivo".
"Todo mundo decidiu reunir-se aqui no Fórum para gritar bem alto para o mundo ouvir que a gente precisa de mudança de paradigma e que um outro mundo é possível. Nós precisamos de mudança, a Terra está a sofrer", reivindicou o permacultor. A estudante universitária de Brasília, Luciana Felizola, aos 22 anos, é outra que acredita na agroecologia e que, assim como a permacultura, afirma serem as únicas soluções para "salvar o planeta". Esta é a primeira vez que participa do Fórum e diz que para um criar um novo mundo, é preciso começar com os pequenos actos, separar o lixo do orgânico, fazer uma casa de banho ecológica, "a gente deve pensar em dar os bons-dias a quem a gente não gosta. É assim que se começa".
Ramish Enpel, por sua vez, veio da Índia para lançar uma única mensagem: "Queremos paz." "Queremos direitos para as pessoas", afirma o indiano, membro da organização South Asian People's Initiative (Iniciativa dos Povos do Sul da Ásia). Além das grandes causas como a preservação do meio ambiente, a defesa dos povos indígenas, quilombolas, dos direitos humanos, contra violência no campo e nas cidades e contra as guerras, há também aquelas causas desconhecidas por muita gente. Labey carregava durante a Marcha de Abertura do Fórum duas bandeiras do Saara Ocidental.
No seu protesto silencioso na caminhada, ele defendia a emancipação de seu país que está actualmente anexado por Marrocos. "Vim para o Fórum para fazer que as pessoas saibam de nossos conflitos e nossa luta, estamos a lutar contra o colonialismo marroquino e também contra o imperialismo", disse No meio de protestos e manifestações individuais, há também as colectivas como a da Amnistia Internacional, que está a apresentar o programa "Dignidade".
Fabian Poriqui, membro da organização, afirma que a campanha global, que será anunciada em Maio, vai lutar contra a pobreza nos países do Sul. Enquanto isso, João Davi, luta pela união civil e o combate à discriminação de gays, lésbicas, bissexuais e travestis. Ele é membro do Movimento Homo de Belém e do Cidadania, Orgulho e Respeito (COR). Assim como ele, pelo menos outras 30 pessoas carregavam uma grande bandeira com as cores do arco-íris para simbolizar a diversidade de opções sexuais. Até 01 de Fevereiro, 120 mil pessoas de 130 países estão em Belém para participarem no Fórum Social.
Estima-se que apenas no Acampamento da Juventude estejam acampadas cerca de 20 mil pessoas nas áreas verdes da Universidade Federal Rural da Amazónia (UFRA).
 
Fonte: Lusa
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publicado por DesafiarTe às 19:46

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