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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2007

Da Cidade Educadora à Organização em Centros Cívico-educativos... a minha utopia!

"A educação do novo milénio tem que ser vista à luz de todas as transformações sociais, económicas, culturais, etc. Com efeito, é um dado adquirido que todos precisamos de aprender ao longo da vida, não só para nos mantermos actualizados a nível profissional, mas também para podermos intervir como cidadãos conscientes. Por isso, há a necessidade urgente de conceber um sistema educativo que “não separe tão dicotomicamente o tempo de aprender do tempo de fazer, o mundo do ensino do mundo da cultura. Necessitamos de criar instituições educativas abertas a todos, e isso significa incluir todas as idades e todas as condições sociais”. Neste contexto, é pertinente conceber uma outra organização da escola e do sistema escolar, de forma a organizar “um sistema educativo que ponha todos em igualdade de condições de usufruírem formação e se abra a diversos agentes sociais e culturais, potenciando parcerias que estimulem, diversifiquem e valorizem as aprendizagens”.

 

Reconhecendo as lacunas do actual sistema educativo e das exigências do mundo de hoje, surgiu em Espanha, no início dos anos noventa, o conceito de Cidade Educadora, quando algumas pessoas começaram a perceber que a escola, só por si, não tinha capacidade para dar todos os conhecimentos que os tempos actuais exigem a cidadãos activos e conscienciosos.

Este novo paradigma de organização da educação pretende superar dicotomias e barreiras organizacionais, de modo a criar condições de aprendizagem e de vivência activa com iniciativas provenientes de várias áreas do saber, da cultura, do desporto, das artes, da economia, da ciência, “considerando-as como um investimento cultural sistemático que, à luz de uma formação permanente, possibilite elevar o nível cultural, profissional e social da população que partilha o espaço urbano.”

 

A Cidade Educadora ao organizar-se, no seu território, em centros cívico-educativos, pretende que estes sejam verdadeiros espaços de promoção da educação e da cidadania para os habitantes da sua zona de influência, mobilizando professores, pais, alunos, pessoas das diversas áreas da cultura e do saber, pessoas de todas as idades, de modo a criarem uma verdadeira comunidade de actores participantes e dinâmicos que dêem vida e expressão a uma outra maneira de fazer educação para/com todos.

Trata-se, assim, de congregar todas as sinergias, de disponibilizar todos os recursos patrimoniais, humanos e tecnológicos existentes na área dos centros cívico-educativos geridos de modo a serem devidamente ocupados, tornando possível que mais pessoas os possam utilizar, independentemente da sua condição social, etária ou profissional, de forma a que os habitantes tenham a possibilidade de desenvolver interacções relacionais e culturais promotoras de desenvolvimento pessoal e comunitário.

Porém, essa Cidade Educadora e esses centro cívico-educativos exigem do governo municipal uma vontade expressa não só de fomentar a participação de cada pessoa na sua própria formação, mas também na disponibilização dos espaços, equipamentos e serviços públicos adequados ao desenvolvimento pessoal, social, moral e cultural de todos os habitantes. Deverá, então, o governo municipal “assumir claramente a educação como ponto central da estratégia de desenvolvimento da comunidade e da organização do território que está sob a sua responsabilidade.” Trata-se de organizar o território e a educação dos que vivem de uma forma articulada “Tendo em vista uma dinâmica educativa sistémica, plural e congruente com as condições físicas e culturais existentes no espaço territorial considerado.”

(Pequena citação da  minha tese de mestrado)


publicado por DesafiarTe às 15:46

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2 comentários:
De jardineira aprendiz a 27 de Dezembro de 2007 às 19:13
Ah!!! Já sei, és a menina das borboletas!

És, não és?! :)

Bjinhos



De Davide Calheiros a 5 de Dezembro de 2012 às 17:20
Queria saber se fosse possível o autor da tese , para poder discutir algumas ideias acerca do tema.

Com os melhores cumprimentos,

Davide Calheiros


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